View Northrop Frye – Anatomia da from MICROBIOLO at l (” ~: ANATOMIA DA NORTHROP CRTICA FRYE N01’th1’0p F1’ye bbra de citao por. FRYE, Northrop – Fbulas de Report. Post on Nov northrop frye- anatomia da crtica Documents · herman northrop frye anatomija kritike. Frye postulaa concepçãoda crÃticacomo uma estruturade pensamentoe conhecimento I (~: NORTHROP FRYE, NATOMIA DA CRITICA Traduçã ode.

Author: Daile Gurisar
Country: Republic of Macedonia
Language: English (Spanish)
Genre: Career
Published (Last): 12 September 2008
Pages: 376
PDF File Size: 11.30 Mb
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ISBN: 910-8-81268-681-5
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Podemosaplicartambmnossosistemaaosprincpiossele-tivoscomos quaisoperaum escritorde fico. Tal abordagem de todocoerentecom as outrasconvenesimplicadas. Podemoscompararo tratamentoofensivodispensadoao alcovi-teirona comdiaromana;baseava-se,semelhantemente,no mo-tivo incontestvelde queos bordissoimorais. Nosmodosimitativosbaixosas personagensso comumenteapresentadascomose configurampara os outrQs,inteiramentevestidasecom grandeparte,tanto de suasvidas fsicas,comode seumonlogointerior,cuidadosamenteamputada.

Tais sentimentossoparteda dinoia da tra-gdia;masum escritarqueseespecializana tragdiabempodechegara sentirqueindicama maisprofundade todasas filo-sofias,e eleprpriocomeara externar-sedemodosemelhantequandoindagadoa respeitode suafilosofiada vida.

H doistiposde juzos de valor,comparativose positivos. Rebaixaros trs,comfundamentono desleixodo gemoingls,quandoexaminadosegundocritriosfranceses,clssicosou chineses. A objeti-vidadecompletae a supressode todosos julgamentosmOfaisexplcitossoessenciaisa estemtodo. O tratamentoda crticacomoa aplicaode uma atitudesocial um resultado,bastantenatural,do quechamamosvcuodeforana critica. Ruskin no tenhaabsolutamenteeficcia,possadetodoserperdidodevista;masconceder-lheaquelegraudepreeminncia darrdeas fantasia,esquecertodoco-medimentoe proporo,perderinteiramenteo domniomental.

A conjeturapareceser que o erudito e o crtico pblicose ligam por um interessecomum na literatura, apenas. No sendosuperioraosoutroshomense seumeio,o heri. O quedissemossobrea voltada ironiaao mito,nosmodostrgicos,cabeassimperfeitamentebem aos cmicos. Boa parte destelivro tentacoment-Ia. A ironia isola dasituaotrgicao sensode arbitrariedade,de ter a vtimasidoinfeliz,escolhidaao acasoou por sina,e de nomerecero quelhe acontece,maisdo que qualqueroutrapessoa.

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Podesernotadaumatendnciagerala reagirfortissimamentecontrao modoimediatamenteanterior,e,emmenorextenso,avoltara algunsdoscritriosdoavmodal.

Aqui passamosdo mito propriamentedito para a lenda,o contopopular,omrchene suasfiliaese clerivadosliterrios. O combatedegladiadores,no quala assistnciatemdefatopoderdevidae demortesobreos homensquea estodivertindo,talvezsejaa maisfortedetodasas pardias,selvagensou demonacas,dodrama.

Mesmono riso algumaespciedelibertaodesobo pesodo desagradvel,atelohorrvel,parecemuitoimportante. Dou um exemploda diferenaentreas duas,quecorrespondea umacolisofrontal. A comdiadomsticabaseia-secomumentenoarqutipoda Cinderela,na modalidadede coisasque acontecequandoa virtudedePmela recompensada,na incorporaodeum indivduomuitosemelhanteao leitornumasociedadea queambosaspiram,numasociedadeacompanhadapor um rugitarfelizdevestidosdenoivae notasdedinheiro.

Eliot, depoisde torrarMiltonno mercado,-estagoracomprando-odenovo;Donneprovavelmenteatingiuseumximoe comeara diminuir;Tennysonpodeservirparaumaligeiraespeculao,masasaesdeShelleyaindaestocomtendnciapara a baixa. Devehavervriasdziasde teoriascrticase estticasbaseadasna presunodequeo prazersubjetivoe a reaoespecfica artesoa mesmacoisa,ou desenvolvem-sedamesmacoisaou finalmentesetrans-formamna mesmacoisa. Ao ladode The Pilgrim’s Progress A Viagemdo Peregrino ,constituitambmumaespciede introduoaoimitativobaixoda Inglaterra,sendoum de seusaspectosessen-ciais a histriade CadaUm.

Northrop Frye- Anatomia da crtica – [PDF Document]

Na estriaromanescaexigenteos caractersticospeculiares formasomenosbvios,especialmentena estriaro-manescatrgica,ondeo temada morteinevitvelagecontraomaravilhosoe amideo relega, fora,ao segundoplano.

Tendiama julgar-seorculossecularesda ordemnatural,reagindo,aoensejode acontecimentospblicos,comoos poetasoraculares,dentrode um contextoda lei sociale natural. Inclui todasas listasdos “melhores”romances,poemasoU escritores,sejasuavirtudeespecficaa restrioou a liberalidade.

Issopodecontinuara serverdademesmodepoisdeo fryd aprendidoa basearseusjulgamentosemsuaexpe-rinciadaliteratura,enoemsuaspreocupaessociais,morais,religiosasoupessoais. Um a idiadeum corpoglobaldeviso,de que os poetas,comoclasse,estoencarregadas,um corpototalquetendea incorporar-senumanicaformaenciclopdica,quepodesertentadapor um spoeta,se suficientementeins-trudoou inspirado,ou por uma.

Paraessateoria,os crticossointelectuaisquegostamdearte,masaosquaisfaltamtantoo poderdeproduzi-Iacomoo dinheiroparaserempatronos,e assimformamumaclassederevendedoresdacultura,quea distribuem sociedadecomlucroparasi mesmos,ao exploraro artistae aumentara cargasobreo pblicodeste.

FRYE, Northrop – Fbulas de Identidade.pdf

Depois,um novotipo deculturada classemdiaintroduzo imitativobaixo,que,na lite-raturainglesa,predominadotempodeDefoeato fim do sculoXIX. Similarmente, a dificuldade que amide se sente de”ensinarliteratura” nascedo fato de que nortthrop no podeser feito: Finalmentevema comdiade maneiras,o retratode umasociedadetipo macacofalante,devotadaao esnobismoe difa-mao. Arnoldtemtodarazoquandopercebequeesseno o tipodematerialqueo crticopblicopodeusardiretamente.

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AProsdiatemestruturacientfica;tem-naa Fontic,e tambma Filologia. Na criticaa anliseretricafornecealgoda induo,e a Potica,a teoriada critica,deveriaser a contrapartida’deduti’;a. Oscritriosramnticos,naliteraturainglesa,foramnamaiorparteprolongadospelosvitorianos,oqueindicaumacontinuidadede modo;a longarevoluoanti-romntica,quese iniciouporvoltade vriasdcadasantesna literaturafrancesa ,indi-cavaumasubstituiopeloirnico. E assimcomoo poetaromnticoachoupossvelescrever,comoindivduo,em formascontnuas,assimo modoirnico explicadopelasteoriascr-ticasda descontinuidadeessencialdapoesia.

Noh,porm,ningumde habilidadecrtica que no haja experimentadoum prazerprofundoe intensocomalgumacoisa,simultaneamentecomumabaixaavaliaocrtica do queo produziu. norfhrop

Ou a crtica literria cientfica,ou todosesseseruditos,altamentepreparadose destros,estoperdendotemponalgumtipodepseudocinciacomoa Frenologia. O mododa comdiaromntica,correspondenteaoelegaco,maisbemdefinidocomoidlico,e seuprincipalveculo a pastoral.

Claroestquea crticanopodeserum estudosistemtico,a menosquehaja na literaturaumaqualidadequea capacitea tanto. Sua solidez indicadapor suaconcordnciacom cemoutras afirmaes,quepoderiamser reunidas,dos melhorescrticos de todosos tempos. Na literaturatemtica,o poetapodeescrevercomoindivduo,acentuandoo isolamentodesuaperso-nalidadee o inconfundvelde suaviso. O fatoparticulardenominadotragdia,queaconteceao heritrgico,nodependede seustatus moral. A anlisedaobsessopertencemaisnaturalmente ficoemprosaoua um veculosemidramticocomoo mon-logode Browning.

Temumaperciaespecialem reagir literatura,que no se assemelhamaiscomessefundosubjetivo,comtodasas smislembranasparticulares,associaese prejuzosarbitrrios,do queler umtermmetroseassemelhacoma febre.

Northrop Frye- Anatomia da crtica

Asfices,portanto,podemserclassificadas,nomoralmente,maspelaforadeaodo heri,quepodesermaiordo quea nossa,menorou maisou menosa mesma. Na histria do gosto,ondeno h fatos,e ondetodasas verdadestm sido, manPrade Hegel, divididas em semiverdadesa fimde afiar-lhes os gumesincisivos, talvez sintamos que o estudoda literatura muito relativo e subjetivo para fazer algum diaqualquer sentidocongruente.

Tomemosaesmo,por exemplo,o usodos fantasmasna fico. As cincias comeamnormalmentenum estado de induoingnua: As dialticassociaisaplicadasexternamente crtica sopois,dentrodacrtica,pseudodialticasou falsaRetrica.